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Mindelact 2002 – Festival Internacional de Teatro do Mindelo

“Trinta e dois espectáculos, 23 companhias de Cabo Verde, Brasil, Portugal, Guiné-Equatorial, França e Portugal, perto de 130 agentes teatrais e cerca de 4 mil espectadores em 12 dias: a aventura Mindelact, Festival Internacional de Teatro do Mindelo, já atingiu números que espantam. E se, números à parte, incluir a vivência cultural, a troca de experiências e o frenesim que toma conta do Centro Cultural do Mindelo nesses dias, então, apetece dizer, é obra!”

Américo Antunes - Inforpress


O que eles disseram:

“O Mindelact é sempre uma importante referência em Cabo Verde, e este festival começou muito bem. E quando soube que vinha um grupo do interior de Santiago vim de propósito, pois é muito interessante ver cenas do quotidiano, os hábitos e os costumes das nossas gentes. E Cabo Verde é isto que nós acabamos de ver .”
Moacyr Rodrigues – lingüista e investigador cabo-verdiano



“Nós vimos para cá e convivemos com os grupos nacionais e internacionais e essa componente da convivência é muito importante. Um outro aspecto fundamental é a aposta na formação, principalmente para nós que não temos acesso a esse tipo de acção. Agora quando regressarmos vamos tentar por o que aprendemos em prática. E em Cabo Verde o Mindelact é a base do teatro no país. Aqui tem mais organização, mais entusiasmo, e todos deviam apoiar, pois vale a pena apostar neste festival e nesta Associação.”
Santa Brito – responsável do grupo Boa Esperança

 

“Estamos muito contentes por estar aqui no Festival Internacional de Teatro do Mindelo, porque neste momento este é um dos festivais mais importantes de África. Um festival onde vem gente de muitas partes, não só da Europa e da América, pois este é um festival onde podemos encontrar muitos grupos vindos de África e que podemos encontrar aqui. Isso é muito importante para nós, africanos, pois nós precisamos de um fórum como este onde nos possamos encontrar, falar dos nossos problemas, da nossa tradição e do nosso futuro, porque é isso que queremos discutir quando fazemos arte.”
Marcelo N’Dong – actor e encenador da Guiné Equatorial




“Esta participação é fruto de um esforço de dois anos tanto da produção da nossa companhia como da produção do Mindelact. Foi uma trajetória bastante trabalhosa, mas valeu muito a pena. Nos sentimos privilegiados, é uma honra participar neste festival. O trabalho do festival Mindelact já é conhecido por muita gente lá no Brasil e tínhamos muita ansiedade de dividir o nosso trabalho com o povo de Cabo Verde. Foi um prazer imenso.”
Sérgio Audi – actor e produtor brasileiro



“O Mindelact com o seu trabalho ao longo destes anos conquistou Mindelo e Cabo Verde de uma forma geral. E é extremamente agradável ver a casa sempre cheia, as pessoas a tentarem entrar, porque este é um trabalho feito com muita sinceridade.”
António Tavares – coreógrafo cabo-verdiano



“Eu continuo a considerar que este é um festival que tem uma importância cultural e social muito grande aqui para S. Vicente .”
Leão Lopes – artista plástico cabo-verdiano



“Já é a nossa segunda participação no Mindelact e devo dizer que este é um festival fora de série. É um festival de gabarito internacional. Sempre que possível voltaremos a Cabo Verde .”
Filipe Crawford – actor e encenador português




Espectáculos:


“Meca no seu Canto” – Américo Fortes (S. Vicente)

“As-Águas” – Associação BurBur (Cabo Verde)

“Caminho para a Independência” – Associação Santa Kultura (Praia)

Sem Título – Atelier Teatrakácia (S. Vicente)

“Rapazinho bô é intentadu” – Grupo Boa Esperança (S. Catarina)

“O Vento nas Ramas de Sassafrás” – Associação Cultural da Alliance Française (Mindelo)

Sem Título – Grupo Jovens Unidos (S. Nicolau)

“A Herança” – Grupo Juventude em Marcha (S. Antão)

Sem Título – Grupo Teatral Renascer (Tarrafal)

Sem Título – Grupo teatral B’Leza (S. Nicolau)

“Salon” – Grupo de Teatro do CCP Mindelo (S. Vicente)

“O Jamaica Zarpou” – Grupo de Teatro Dionísios (S. Vicente)

Sem Título – Grupo teatral Finka Pé (Praia)

Sem Título – Grupo teatral Help Jovem (Paúl)

Sem Título – Grupo de Teatro Ramonda (Praia)

“Quel Menina Vaidosa” – Marionetas do CCP Mindelo (S. Vicente)

“Os Palhaços Reis” – Palhaços Reis (Santo Antão)

“O Autocarro do Amor” – Art’Imagem (Portugal) / Mindelact (Cabo Verde)

“A Falecida” – Companhia Fábrica S. Paulo (Brasil)

“As Mulheres de Gil Vicente” – Filipe Crawford (Portugal)

“A Selva” – Companhia Rasgo (Portugal)

“Ndong Mba” – Companhia Esama (Guiné Equatorial)

“Cabral, la Patrie ou la Mort” – Zenith Art (Senegal)



Outras actividades

o Atelier prático de iluminação, pelo director técnico do Festival Mindelact César Fortes (Cabo Verde)

o Atelier de marionetas e sombras chinesas, pela Associação Rasgo (Portugal)

o Workshop de “Dramaturgia”, pelo crítico teatral João Carneiro (Portugal)

o Atelier prático de Teatro Radiofónico, pelo engenheiro de som Fonseca Soares (Cabo Verde)

o Workshop de “Mímica e Teatro Gestual”, pelo actor Marcelo N’Dong (Guiné Equatorial)

o Workshop de “Cultura Badia”, pelo músico Princezito (Cabo Verde)

o Workshop de “Histórias em Movimento”, por Conceição Vicente (Portugal)

o Estréia do filme “Nha Fala” de Flora Gomes, rodado na cidade do Mindelo

o Lançamento do número 10 da revista Mindelact – Teatro em Revista. Tema central: Março – Mês do Teatro 2002, Gil Vicente e Palhaços Crioulos.

o Exposição de cartazes: “Kartaz”, de Emanuel Lopes

 
As Imagens


Cartaz de promoção do Mindelact 2002
Pintura de Tchalé Figueira

Grupo/Companhia:CCP
Local: São Vicente / Cabo Verde
Peça: "Salon"
Foto de João Branco

Grupo/Companhia:Filipe Crawford Produções
Local: Portugal
Peça: "As Mulheres de Gil Vicente"
Foto: Filipe Crawford Produções


Grupo/Companhia: Associação Burbur
Local: Portugal/Cabo Verde
Peça: "As águas"
Foto: Associação Burbur

 


mindelact@hotmail.com