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«A Última Ceia» e o paradigma da pertofobia

 

O Grupo de Teatro do Centro Cultural Português - IC, estreou no passado dia 14 de Março a sua 40ª Produção Teatral, com a adaptação de um romance do escritor português Rui Zink, «Apocalipse Nau». A peça que retrata as dificuldades de comunicação de uma família mindelense da classe média durante a passagem do novo milénio, é também uma parábola negra sobre a sociedade actual, onde cada vez mais a única coisa que importa são os problemas pessoais e existenciais de cada um, num mundo dominado pelo egocentrismo. Uma peça que se estranha, e depois entranha-se. 

 

 

 

A Última Ceia
A partir do romance «Apocalipse Nau» de Rui Zink
40ª Produção do GTCCP - IC


Peça estreada no dia 14 de Março.

Esteve em cena nos dias 14 e 15 às 21h30 e no dia 16 às 20h30.

Sinopse
É o último dia do milénio: três homens e duas mulheres apostam tudo. As probabilidades não são muitas. Se não tiverem sorte, perdem. Se tiverem sorte, perdem. Porque o mundo vai acabar ao bater da meia-noite. É o próprio Diabo quem o diz. E o Diabo, como todos sabemos, nunca mente.



Ficha Artística

Encenação, Direcção Artística e Cenografia
João Branco

Adaptação Dramatúrgica
João Branco
(Adaptação do romance «Apocalipse Nau», de Rui Zink)

Direcção Plástica e Figurinos
Elisabete Gonçalves

Iluminação e Assistente de Encenação
Edson Fortes

Peça Cenográfica
Manuel Estevão

Interpretação
Arlindo Rocha
Elisabete Gonçalves
Elisio Leite
João Branco
Manuel Estevão
Sílvia Lima

 

 

 

 

 

 


mindelact@hotmail.com