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Eis está Programação Oficial da grande festa do teatro
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Aí
está o programa oficial da 13ª edição do Festival
Internacional de Teatro do Mindelo - Mindelact 2007, que
decorrerá, como se sabe, entre 08 e 23 de Setembro, na ilha de S.
Vicente. Aquele que é um dos maiores eventos teatrais do
continente africano, apresenta este ano um cartaz fortíssimo, com
25 grupos de teatro de 10 países diferentes, para 30
espectáculos, durante 16 dias. Números que impressionam e que
prometem fazer desta edição uma das melhores de sempre.
A
vez de muitos palcos
A
Associação Mindelact acaba de divulgar, a 30 dias do início
do Festival Internacional de Teatro do Mindelo, o programa
definitivo deste que é o maior evento teatral de Cabo
Verde. Com 16 dias de duração, o Festival Mindelact 2007
ficará na história porque não só irá bater o recorde em
número de países participantes, como também abrirá espaço
à internacionalização do Festival Off e à descentralização
do evento, com o aproveitamento de outros palcos.
Um
total de 10 países - Argentina, Cabo Verde, Brasil,
Portugal, Angola, Espanha, França, Marrocos, Bélgica e Colômbia
- , representados por cerca de 25 companhias de teatro, vão
pisar os palcos do Festival Internacional de Teatro do
Mindelo. E, desta vez, além do Auditório do Centro
Cultural do Mindelo, vários espectáculos estão
programados para a Academia de Música Jotamont, no Monte
Sossego, facto que acontece pela primeira vez na história
do evento. Também estão previstos três espectáculos nas
aldeias piscatórias de Calhau e S. Pedro.
A
honra de abertura dos espectáculos é atribuída nesta edição
2007 do Festival Mindelact ao Grupo de Teatro do Centro
Cultural Português e à peça “Casa de nha Bernarda”,
de Garcia Lorca, no Palco Principal. A programação desse
mesmo palco encerra no dia 22, com a peça “Pax Romana”,
de Nuno Pinto Custódio, interpretada pela ESTE - Estacão
Teatral (Portugal).
Pelo
meio, poder-se-á assistir no Palco Principal a: “Holocausto”,
de Arie Yaari, pela Companhia Aula Cénica (Brasil); “Prisão
do Tarrafal”, pelo Otaca (Cabo Verde); “Ponéle
Onda!”, de e pelos Tangorditos (Argentina); “Martur”
de Valódia Monteiro, pela Companhia Solaris; “Tubovoa”
de e por Bernard Massuir (Bélgica), “Tradições
Perigosas”, de Walter Cristóvão, pela Companhia de
Teatro Miragens; “Titiricircus” de Eduardo
Rodriguez e Miguel Borines, pela Tanxarina - Títeres e
Marionetas (Espanha /Angola); “Bienvenue dans ma tête”
de e por Kalid K (França & Marrocos); e “Muy Sua”
de Beatriz Camargo, pelo Sud Teatro Cenit (Colômbia).
De
entre estas peças, destacamos “Sozinha no Palco”,
de Mário Lúcio Sousa, pela CAIR-TE Teatro (Cabo
Verde/Portugal/Brasil), uma estreia absoluta. E, como já é
tradição, no âmbito do Festival Mindelact será atribuído
o Prémio Copacabana. O agraciado nesta edição 2007 é a
companhia portuguesa Teatro Meridional, que traz ao
evento dois espectáculos: “Contos em Viagem. Cabo
Verde”, a partir de textos cabo-verdianos, e “À
Manhã”, de José Luís Peixoto.
A
Teatrolândia, que é um mini-festival de teatro infantil
dentro do Festival Mindelact, vai oferecer às crianças a
oportunidade de assistir a três peças inéditas: “A
Feiticeira e a Pombinha”, a partir de conto
tradicional, pelo Teatro Infantil do Mindelo (Cabo Verde),
“Agakuke e a Princesa Putri Telur”, conto
tradicional da Ásia, e “Agakuke e Mamadu”, conto
tradicional africano, ambos pelo Grupo de Teatro Lua Cheia
(Portugal), e “O Grande Charlatão”, a partir de
Miguel Torga, Teatroarado - Associação Cultural
(Portugal).
Por
sua vez, o Festival Off, que antes era um palco de
experimentação exclusivamente de grupos cabo-verdianos,
este ano vai acolher também grupos estrangeiros. Quer dizer
que já não restam no Festival Mindelact palcos 100 por
cento cabo-verdianos. O público poderá, deste modo,
apreciar as peças “A cidade é uma beleza” de César
Schofield Cardoso, pelo Colectivo Praia.Mov; “Mudjer
Trabadjadêra”, de Ney Tavares pela Banda Teatral
Morrerense; “E Tudo os Sapatos Levam”, de vários
autores, pelo Grupo de Teatro Lua Cheia (Portugal); “O
Doido e a Morte” de Raul Brandão, pelo GTCCPM - IC;
“Demonerum 121” de Ricardo Peixoto, pelo CAIR-TE
Teatro (Portugal/Brasil); “O Céu é Cheio de Uivos”,
de Jarbas Capusso Filho, por Sueli Duarte e Associação
Mindelact; “Psicho” de Valódia Monteiro, pelo
Companhia Solaris; e “Gossi non, dipôss", de
e pelo Grupo de Teatro Nova Sintra.
Teresa
Sofia Fortes - A Semana on line
www.asemana.cv
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